Adriano Guerra é candidato à liderança do CDS-PP Algarve

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Adriano Guerra, vereador na Câmara Municipal de Faro, encabeça a lista de unidade que se apresenta às eleições distritais do CDS-PP Algarve.

A lista «inclusiva, colaborativa e solidária» informa o hoje o partido, «é a resposta robusta e afirmativa que os militantes do Algarve dão aos novos desafios que o centro-direita enfrenta na região e no país».

Assim, ainda antes do Congresso Nacional do CDS-PP que está agendado para os dias 2 e 3 de abril, serão eleitos os novos dirigentes distritais do Algarve, no dia 5 de março.

Adriano Guerra, atual presidente da concelhia de Faro encabeça a lista candidata às eleições da comissão política distrital.

A número dois de uma lista extensa de candidatos é Mónica Ferreira, presidente da concelhia de Albufeira e atual delegada distrital em funções.

A candidatura à Mesa do Plenário Distrital é encabeçada por José Pedro Caçorino, ex-cabeça de lista às eleições legislativas e a candidatura ao conselho distrital de jurisdição é liderada pelo decano do partido na região Fernando Andrade Gião.

As eleições para os três órgãos distritais, a realizar no dia 5 de março, foram alvo de aceso debate numa reunião de militantes que decorreu no dia 19 de fevereiro na sede distrital do partido em Faro.

Nesta mesma reunião ficou definido que «é tempo de união, justificando-se assim a apresentação de uma lista única que englobasse militantes de todo o Algarve. A adesão dos militantes a esta solução, mostra que o partido está mais vivo que nunca. E permitirá reforçar a sua intervenção na região e dinamizar a ação política nos diferentes concelhos».

O plano estratégico deste órgão distrital «incluí desde já a criação de dois gabinetes, um de comunicação e estratégia e outro de estudos e políticas públicas. Estes dois Gabinetes têm o propósito de analisar os problemas da região algarvia, assim como auditar a execução das políticas publicas praticadas nos diferentes municípios e acompanhar a execução dos investimentos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e do Quadro de Apoio Europeu na região», avançam os democratas-cristãos algarvios.

«Temas como a disponibilização e gestão sustentável da água, não podem ficar, nem ficarão, sem resposta pois estamos vigilantes e zelosos pelos interesses de todos os algarvios».

O CDS-PP Algarve prepara-se «para uma nova etapa da sua vida política, de onde sairá seguramente reconhecido e reforçado. Estes novos órgãos distritais acreditam que com esta demonstração de força e vitalidade de todos os militantes assim, como uma forte ação junto da sociedade civil e da população algarvia em geral, vai continuar a demonstrar que o CDS-PP faz falta e está muito, mas mesmo muito longe de sair de cena».

Já com o órgão distrital legitimado, o CDS-PP Algarve espera que o Congresso Nacional «traga a mesma união e estabilidade que se conseguiu na região, prometendo que apoiará a nova direção nacional e, que lutará pela região».

Por fim, «porque somos o CDS-PP, um partido com princípios e valores humanistas e personalistas que permitiram fundar e solidificar a democracia portuguesa não podemos nem queremos esquecer o sofrimento e a angústia que os nossos amigos, vizinhos, colegas e colaboradores Ucranianos que conosco vivem e juntar a nossa voz à deles, repudiando veemente a ação militar em curso, da Rússia, contra a sua nação soberana, a Ucrânia».