Escolas de São Brás distinguidas pela sua «Eficiência Hídrica»

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Concurso promovido pela Agência Portuguesa do Ambiente – Administração da Região Hidrográfica do Algarve.

As escolas básicas de 1.º ciclo n.º 2 de São Brás de Alportel, da Mesquita e de Vilarinhos foram distinguidas com Menções Honrosas na 1ª edição do concurso «Eficiência Hídrica», promovido pela Agência Portuguesa do Ambiente, I.P. – Administração da Região Hidrográfica do Algarve (APA – ARH Algarve), pelo trabalho que estão a fazer em prol do uso eficiente e responsável de água.

Estas escolas são-brasenses apresentaram projetos de melhoria e otimização do uso da água, nomeadamente através da substituição de equipamentos para soluções como autoclismos de dupla descarga e torneiras temporizadas.

«Sensibilizar e mobilizar as comunidades escolares do Algarve, em parceria com os seus municípios, para a necessidade de monitorizar o seu consumo da água, promovendo simultaneamente a implementação das melhores práticas para o seu uso eficiente», é o principal objetivo deste concurso, promovido em parceria com a Agência para a Energia (ADENE), a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), a empresa Águas do Algarve, a Universidade do Algarve e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) – DSR Algarve.

Nesta primeira edição do concurso foram submetidas 33 candidaturas de escolas de toda a região. Cada uma das escolas são-brasenses que foram distinguidas com uma menção honrosa recebe um prémio de 1500 euros, destinados à aplicação de medidas de reforço da eficiência hídrica das mesmas.

O Dia Nacional da Água ficou assim marcado em São Brás de Alportel pelo arranque dos projetos premiados no Concurso de Eficiência na Escola, com uma apresentação, à comunidade escolar, de todas as ações que irão decorrer ao longo do presente ano letivo.

Para além da substituição dos equipamentos existentes por outros mais eficientes, o projeto inclui um plano de monitorização e alerta dos consumos da água a implementar por professores, alunos e funcionários docentes e não docentes, bem como diversas ações de informação e sensibilização ambiental, como uma visita a uma ribeira e a uma barragem, onde começa a viagem do precioso líquido até às torneiras.