Vaga de assaltos «com maior incidência na Fuseta» assusta população

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Autarquia dá conta de vários crimes praticados nos últimos dias, até mesmo com recurso a arma de fogo.

A União de Freguesias de Moncarapacho e Fuseta expressou em comunicado enviado às redações ontem, terça-feira, 27 de outubro, a sua «preocupação com a vaga de assaltos ocorridos durante a noite e que acontecem desde o verão na nossa freguesia»

Segundo a autarquia, «a população da nossa freguesia vive em permanente sobressalto, pelo que aconselhamos todos os fregueses e cidadãos em geral, que se mantenham em alerta».

Apesar de «reportarem todos os casos às autoridades, e uma vez que os assaltantes parecem conhecer muito bem os hábitos de quem ali mora, não há segurança, com os assaltos a sucederem-se quase diariamente, quer em casas particulares, como em estabelecimentos comerciais e associações».

A União de Freguesias explica que «esta vaga de assaltos tem-se verificado um pouco por toda a freguesia, mas com maior incidência na Fuseta e nas zonas rurais de Quatrim e de Bias». E detalha: «na Fuseta foram já assaltados diversos estabelecimentos comerciais e na segunda-feira [26 de outubro] nem a própria Lota escapou aos amigos do alheio, tal como já aconteceu no Centro Comunitário da Cruz Vermelha Portuguesa, no Cinema Topázio e na Delegação Marítima. Como se não bastasse, no mesmo dia à noite ocorreu também um assalto com arma de fogo na Zona Ribeirinha, tendo sido vítimas um casal de franceses que estão alojados no Parque de Campismo da Fuseta».

Em Bias e em Quatrim «já foram assaltadas – mais do que uma vez – as sedes do Clube de Caça e Pesca Cavaquense e do Futebol Clube de Bias, além de estabelecimentos comerciais da zona e casas particulares».

Face a esta onda de assaltos «e à insegurança» que, segundo os responsáveis autárquicos, «está instalada na população», já há quem defenda «a criação de uma milícia popular para pôr cobro a este problema». Por isso, a União de Freguesias apela «a que seja reforçada a vigilância na nossa freguesia e que a população se mantenha alerta e vigilante».