Faro lança concurso de ideias para requalificação da Frente Ribeirinha

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Há prémios para as melhores propostas.

A Câmara Municipal de Faro lançou um concurso de ideias para a conceção de um projeto de requalificação de toda a área urbana entre a estação de comboios e o Largo de São Francisco. 

O concurso prevê a seleção de três trabalhos de conceção e as propostas podem ser entregues por equipas multidisciplinares, coordenadas por um(a) arquitecto(a) ou arquitecto(a) paisagista, até às 17h00 do dia 2 de fevereiro de 2021.

As respetivas peças estão integralmente disponibilizadas na plataforma eletrónica da AcinGov. Os primeiros três classificados irão receber um prémio no valor de 13000 euros (1º prémio), 8000 euros (2º prémio) e 4000 euros (3º prémio).

O Projeto de Requalificação do Eixo Central – Baixa de Faro insere-se numa estratégia desenvolvida pelo município, de promoção do desenvolvimento sustentado do concelho, surgindo, em particular, no âmbito de um conjunto de intervenções que estão a ser planeadas para a revitalização da frente ribeirinha e dos espaços urbanos que dela fazem parte. 

Com uma área de cerca de 4,3 hectares e uma extensão de aproximadamente 1150 metros, referentes a uma faixa que se estende entre o Largo da Estação e o Largo de São Francisco, a área de intervenção é definida, a sul e a nascente, pelos limites naturais da Ria Formosa e pela muralha da cidade antiga e a poente, pelo Largo da Estação de caminho-de-ferro, que através do eixo da Avenida da República se prolonga pelo Jardim Manuel Bivar até à cintura muralhada da Vila Adentro e contíguo Largo de São Francisco.

Os concorrentes selecionados em fase de concurso de conceção consideram-se também apurados para efeito do consequente convite para procedimento de consulta prévia.

O valor destinado ao projeto é de 150000 euros, estimando-se um investimento de 4 milhões de euros para a execução da obra, que pretende regenerar, reabilitar e reconverter os espaços públicos integrados na área de intervenção, em franca articulação com a zona ribeirinha.

Por conseguinte, para o presidente Rogério Bacalhau, trata-se de um «projeto estruturante» e, simultaneamente, «uma boa oportunidade para se repensar a cidade, com vista à melhoria da qualidade de vida urbana».