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Mákina de Cena, em Loulé, assina uma coprodução com o Sin-cera – Teatro Universitário do Algarve, dia 20 de abril.

Depois de duas inesquecíveis sessões das Samotrácias em Paris durante o fim de semana da Páscoa, a Mákina de Cena continua a carburar para um mês de abril em grande velocidade.

Já no próximo fim de semana, a Casa da Mákina recebe a Oficina de teatro «O Movimento da Palavra», conduzido por Carolina Santos.

No dia 20 de abril, é tempo de rumar fora de portas até ao Teatro das Figuras em Faro, para a estreia da peça «A Rapariga da Gabardine Amarela», resultado final da reativação do Sin-cera – Grupo de teatro universitário da Universidade do Algarve (UAlg), em coprodução com a Mákina de Cena e o Teatro das Figuras.

No âmbito do International Jazz Day, que se assinala a 30 de abril, a Mákina de Cena integra as comemorações oficiais da Unesco, com dois espetáculos imperdíveis: dia 23, o MdC Jazz Club recebe um quarteto de luxo liderado por Desidério Lázaro (Saxofone), com Mário Delgado na guitarra elétrica, Cícero Lee no baixo elétrico e Carlos Miguel na bateria.

Uma oportunidade única de assistir à performance de alguns dos maiores nomes do panorama jazzístico nacional, que irá ter lugar na Casa da Mákina, às 18h00.

Ainda com o jazz como protagonista, na sexta, dia 28, em parceria com o Conservatório de Música de Loulé, terá lugar um workshop de canto, orientado por Sara Badalo, um nome já bem conhecido do público português.

Nessa mesma semana, a Casa da Mákina recebe ainda teatro em dose dupla.

No dia 27 de abril, regressa o já habitual Clube de Leitura Teatral que, desta feita será coordenado por António Revez e, a 28 de abril, o fundador, diretor artístico, ator e encenador da companhia Lendias de Encantar, virá a cena na Casa da Mákina com «No Limite da Dor».

Este espetáculo integra as comemorações do 25 de Abril, e pretende «preservar uma memória coletiva sobre os acontecimentos desumanos vividos pelo povo português durante a ditadura salazarista», assumindo-se como «uma profunda reflexão sobre a resistência, o medo, a humilhação, a dor e a dignidade do ser humano» e um alerta às novas gerações para o perigo dos totalitarismos emergentes.