João Frade e Aenigmaticus Orchestra juntos no Castelo de Paderne

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João Frade e a Aenigmatus Orchestra criaram de raiz um espetáculo sonoro a partir dos sons da terra. Criatividade e talento não vão faltar na sexta-feira, às 20h30, no Castelo de Paderne.

Trata-se de mais uma iniciativa no âmbito do Geopalcos, dinamizado pelo aspirante a Geoparque Algarvensis, com o apoio da AMAL e da Direção Regional de Cultura do Algarve.

Vai ser outra das grandes apostas do Geopalcos, de iniciativa do município de Albufeira.

As pedras e a paisagem da História farão o enquadramento de um concerto concebido de raiz para a programação que acompanha a candidatura do ainda aspirante Geoparque Algarvensis à rede mundial de geoparques UNESCO.

Trata-se do concerto de João Frade e Aenigmaticus Orchestra, onde se constrói e desconstrói melodias sugeridas pelos sons da terra, num ecossistema de sons. Vai acontecer às 20h30, no Castelo de Paderne, esta sexta-feira, 6 de agosto.

De narrativa futurista e concebido como um concerto sensorial, este projeto musical não se consegue, no entanto, dissociar de uma matriz mais tradicional e ancestral, quer a nível sonoro, quer a nível visual, enquadrando-se assim no conceito deste evento, onde arte, ciência e natureza se ligam e complementam, tendo como pano de fundo o Geoparque Algarvensis.

O groove (balanço/pulsação) são o fio condutor e uma amarra a esta Terra, tão marcada pela história. Num cruzamento de instrumentos algo inusitado, a sonoridade resultante só poderia ser ímpar. Eletrónica, Samples, Acordeão, Voz, Teclados e Trompete unem-se, emanando e emulando sons alusivos à história «musical» do Geoparque Algarvensis, tentando abrir um pouco deste gigante livro que se dá agora a conhecer.

«Não há quem não aprecie o talento e a técnica de João Frade, um filho de Albufeira, que desde a infância nos tem espantado e que sempre soubemos ser um grande, grande artista», refere José Carlos Rolo, presidente da Câmara Municipal, que não esconde a admiração que tem por este criador musical, cujos sucessos ultrapassam fronteiras.

O GeoPalcos, recorde-se, é dinamizado pelo aspirante Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira, através dos municípios e decorre de uma candidatura intermunicipal, liderado pela AMAL, que junta os 16 municípios algarvios e a Direção Regional de Cultura do Algarve, que criou o Bezaranha – Programação Cultural em Rede, e que assegura parcialmente o financiamento, recorrendo ao Programa Operacional Regional do Algarve (CRESC2020).