Artista urbano Bamby cria novas obras de arte pública em Silves

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Artista plástico Hélder José (Bamby) está a fazer intervenções na cidade de Silves onde arranca o evento Geopalcos Arte.Ciência.Natureza no sábado, dia 29 de maio.

No âmbito do Projeto de Arte Urbana «Silves o Concelho que se (re)constrói com todos, todos os dias!», promovido pelo município, o artista plástico Hélder José (Bamby) está a fazer intervenções na cidade.

A primeira, que já está concluída, pode ser vista na Rua Cândido dos Reis, junto à lavandaria Artlaundry.

É uma gravura que ilustra a importância da cidade de Silves, na segunda metade do século XIX, como centro produtor de cortiça e o rio Arade como via de comunicação onde as barcaças cheias de cortiça faziam o transporte até à foz.

Esta ação pretende ampliar o interesse pela arte no concelho, bem como melhorar a qualidade do espaço urbano, iniciada pela autarquia em 2016, no âmbito da comemoração do Dia Internacional das Cidades Educadoras.

No sábado, dia 29 de maio, o artista vai participar no arranque do evento Geopalcos Arte.Ciência.Natureza, que acontecerá nos concelhos de Albufeira, Loulé e Silves, até setembro.

Trata-se de um programa de intervenção cultural no território aspirante Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira que, até setembro, irá vai criar momentos inovadores nos três concelhos, através do cruzamento de várias disciplinas artísticas, com a participaçãoo de agentes culturais, residentes e da população que visita o Algarve durante o verão.

Assim, Silves inaugura a programação com um espetáculo de rua, intitulado «TimeTravel – Geopainting SoundSession Street Art & DJ Set by Bamby e DJ China».

O pequeno auditório ao ar livre da zona ribeirinha da cidade de Silves, vao proporcionar o ambiente ideal para a criação artística de Bambi e um cenário perfeito para o som eletrizante de DJ China.

Bambi irá surpreender os presentes com a criação de uma pintura em que transparecerá a sua visão da natureza e do território do aspirante Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira.

Nas palavras de Bambi «o tempo que passa e não volta atrás, fugaz como o vento… mas em alguns casos o podemos tocar e sentir a história do tempo. Através dos fósseis podemos viajar ao passado. Testemunhos encontrados em camadas de solo que ao longo de milénios registam o passado como um relógio. Decidimos registar parte desse passado numa pintura com cores fortes e definidas, como camadas de solo geológicas atraindo jovens e não tão jovens para a riqueza diversificada do território algarvio», desvenda.

O artista promete surpreender os presentes com a criação de uma pintura onde deixará transparecer a sua visão da natureza e do território GeoParque Algarvensis.