CDS-PP algarvio debate aborto e convida Ribeiro e Castro

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O CDS-PP Algarve discute, no próximo dia 31, num jantar-conferência denominado «Um 31 de Conversas», a decorrer em Portimão, as questões relacionadas com o aborto.

Para este partido, da linha democrata-cristã, é aceite como dogma que «a vida humana é inviolável», mas há falta de certezas científicas quanto ao momento em que começa a vida. Para o presidente do CDS-PP Ribeiro e Castro, em caso de dúvida, defenda-se a vida.

Num recente encontro deste partido, em Lisboa, onde esteve presente o bastonário da Ordem dos Médicos Pedro Nunes, este confirmou que o início da vida humana ainda não tem uma resposta definitiva e que, «se calhar a vida, tal como a morte, não é um momento, é um tempo, um processo contínuo», como citava o «Público».

Pedro Nunes comparou a vida à morte, afirmando que «a morte é um processo, morre-se por partes, primeiro o tronco cerebral, depois o cérebro, a seguir o coração e, por fim, é que vem a rigidez cadavérica». A morte cerebral é hoje o conceito internacional, mas, não havendo uma convenção que determine um início de vida, frisou: «se o paralelismo for feito com a morte, então teremos um início da vida próximo das dez, 12 semanas».

Os populares algarvios vão assim discutir o aborto e convidaram para estar no seu «Um 31 de Conversas» José Paulo Carvalho, deputado e presidente da Federação das Associações Pró-Vida, pessoa que segue a regra do caçador, isto é, «se não tiver certeza de que o movimento que vê atrás do arbusto é de uma perdiz, não pode disparar». Outro dos convidados será Martim Borges de Freitas, secretário-geral do partido, bem como outros dirigentes associativos.

Miguel Camelo, dirigente da Comissão Política Distrital do CDS-PP, no seu discurso de tomada de posse, tinha feito questão de mostrar «que não abdicamos do direito à vida, em favor da qualidade de vida. Seremos, quiçá, os mais acérrimos defensores dos valores com que nascemos.

Contém com o nosso mais profundo empenhamento nas batalhas contra a liberalização do aborto. Porque alicerçados nos valores da vida, jamais desmereceremos nesta batalha, estou certo que Portugal e os algarvios estarão connosco».

E a sua batalha começa com «Um 31 de Conversas», iniciativa aberta aos militantes e simpatizantes, numa iniciativa que pretende o debate, mas sobretudo arregimentar os seus correlegionários contra a liberalização do aborto.

O CDS-PP Algarve quer marcar presença na sociedade algarvia e, depois do tema aborto, vai organizar, o que apelidou de «secretaria-geral aberta», a decorrer entre 27 a 30 de Novembro. O secretário-geral Martim Borges de Freitas, acompanhado de dirigentes distritais e concelhios, irá visitar instituições por todo Algarve, desde Associações de Bombeiros, a Hospitais, Empresas e outras instituições, para avaliar a sociedade algarvia.

O balanço será feito na noite de 30 de Novembro, quando se desloca ao Algarve, para o encerramento da «secretaria-geral aberta», o presidente do CDS-PP. Ribeiro e Castro vai procurar marcar a agenda política e abordar temas quentes do momento político.CDS-PP algarvio debate aborto e convida Ribeiro e Castro

O CDS-PP, com a liderança de Miguel Camelo, procura dinamizar a sua presença e vai desenvolvendo iniciativas, como a discussão do aborto

HELDER NUNES
O CDS-PP Algarve discute, no próximo dia 31, num jantar-conferência denominado «Um 31 de Conversas», a decorrer em Portimão, as questões relacionadas com o aborto.
Para este partido, da linha democrata-cristã, é aceite como dogma que «a vida humana é inviolável», mas há falta de certezas científicas quanto ao momento em que começa a vida. Para o presidente do CDS-PP Ribeiro e Castro, em caso de dúvida, defenda-se a vida.
Num recente encontro deste partido, em Lisboa, onde esteve presente o bastonário da Ordem dos Médicos Pedro Nunes, este confirmou que o início da vida humana ainda não tem uma resposta definitiva e que, «se calhar a vida, tal como a morte, não é um momento, é um tempo, um processo contínuo», como citava o «Público». Pedro Nunes comparou a vida à morte, afirmando que «a morte é um processo, morre-se por partes, primeiro o tronco cerebral, depois o cérebro, a seguir o coração e, por fim, é que vem a rigidez cadavérica». A morte cerebral é hoje o conceito internacional, mas, não havendo uma convenção que determine um início de vida, frisou: «se o paralelismo for feito com a morte, então teremos um início da vida próximo das dez, 12 semanas».
Os populares algarvios vão assim discutir o aborto e convidaram para estar no seu «Um 31 de Conversas» José Paulo Carvalho, deputado e presidente da Federação das Associações Pró-Vida, pessoa que segue a regra do caçador, isto é, «se não tiver certeza de que o movimento que vê atrás do arbusto é de uma perdiz, não pode disparar». Outro dos convidados será Martim Borges de Freitas, secretário-geral do partido, bem como outros dirigentes associativos.
Miguel Camelo, dirigente da Comissão Política Distrital do CDS-PP, no seu discurso de tomada de posse, tinha feito questão de mostrar «que não abdicamos do direito à vida, em favor da qualidade de vida. Seremos, quiçá, os mais acérrimos defensores dos valores com que nascemos. Contém com o nosso mais profundo empenhamento nas batalhas contra a liberalização do aborto. Porque alicerçados nos valores da vida, jamais desmereceremos nesta batalha, estou certo que Portugal e os algarvios estarão connosco».
E a sua batalha começa com «Um 31 de Conversas», iniciativa aberta aos militantes e simpatizantes, numa iniciativa que pretende o debate, mas sobretudo arregimentar os seus correlegionários contra a liberalização do aborto.
O CDS-PP Algarve quer marcar presença na sociedade algarvia e, depois do tema aborto, vai organizar, o que apelidou de «secretaria-geral aberta», a decorrer entre 27 a 30 de Novembro. O secretário-geral Martim Borges de Freitas, acompanhado de dirigentes distritais e concelhios, irá visitar instituições por todo Algarve, desde Associações de Bombeiros, a Hospitais, Empresas e outras instituições, para avaliar a sociedade algarvia. O balanço será feito na noite de 30 de Novembro, quando se desloca ao Algarve, para o encerramento da «secretaria-geral aberta», o presidente do CDS-PP. Ribeiro e Castro vai procurar marcar a agenda política e abordar temas quentes do momento político.