Centro Ciência Viva de Lagos mostra arte fotográfica com lixo marinho

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Fotograf’Arte é uma exposição de fotografia sobre o lixo marinho, promovido pelo Centro Ciência Viva de Lagos.

O Centro Ciência Viva de Lagos (CCVL) inaugura a exposição «Fotograf’Arte», no domingo, dia 29 de janeiro,

Esta exposição resulta de um concurso de fotografia e de uma mostra do trabalho de várias instituições, associações, projetos e movimentos voluntários em Portugal que trabalham com a temática do lixo marinho.

O concurso de fotografia Fotograf’Arte desafiou toda a comunidade a conciliar o prazer da fotografia e dos passeios na praia à sensibilização para a preservação do ambiente costeiro e marinho.

E teve como principal objetivo incutir hábitos de passeio na praia e em simultâneo pretendeu que esses passeios fossem de alerta e de sensibilização para a problemática do lixo marinho.

Ao invés de apenas promover campanhas pontuais de recolha de lixo, pretendeu-se incentivar a que as famílias, sempre que façam um passeio na praia, contribuam com a recolha de objetos de lixo.

O Centro Ciência Viva de Lagos acredita que esta iniciativa desenvolverá o hábito de procurar os objetos mais inusitados e que podem ser encontrados na praia.

Além de sensibilizar para a problemática do lixo marinho, esta exposição tem como objetivo dar a conhecer, e reconhecer, o trabalho de várias entidades e o enorme esforço diário que é feito para a mitigação do problema do lixo nas praias de Portugal.

Várias instituições portuguesas contribuíram para uma exposição coletiva e mostraram um pouco do seu trabalho no âmbito desta problemática.

Ao desafio do Centro Ciência Viva de Lagos responderam 20 instituições, associações, projetos e movimentos voluntários em Portugal, como a Fundação Oceano Azul, Associação Portuguesa do Lixo Marinho, Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Projeto Plasticus maritimus de Ana Pêgo, «que nos deixaram orgulhosos com as suas contribuições», diz aquela estrutura.

O resultado final é a produção da exposição Fotograf’Arte, com 45 imagens, que vai estrear ao público no dia 29 de janeiro, data que coincide com o 14º Aniversário do Centro Ciência Viva de Lagos.

Fotograf’Arte é uma exposição de fotografia sobre o lixo marinho, promovido pelo Centro Ciência Viva de Lagos.

Nesta data também serão divulgadas as fotografias vencedoras do concurso. A mostra ficará patente no Centro Ciência Viva de Lagos até 31 de março, para depois iniciar a sua itinerância.

O Projeto «Ver para Querer» é um projeto do Centro Ciência Viva de Lagos que promove a Literacia do Oceano, e é financiado pelo Programa Crescimento Azul dos EEA Grants Portugal e com a Direção Geral de Política do Mar (DGPM) como operador do Programa.

Sobre o Centro Ciência Viva de Lagos

A divulgação científica e tecnológica junto do grande público é a principal missão do Centro Ciência Viva de Lagos, tal como a formação de animadores e professores e o apoio às escolas, a colaboração entre instituições científicas, empresas, autarquias e instituições educativas.

Para além das várias atividades inerentes ao seu espaço expositivo (Exposição Permanente, Exposições Temporárias, Oficinas Escolares, Saídas de Campo e Palestras), o CCVL tem vindo a assumir um papel relevante noutras áreas da Ciência, nomeadamente através da colaboração e implementação de projetos de Comunicação e Promoção da Cultura Científica ou como parceiro em Projetos de investigação científica desempenhando o papel de Comunicador de Ciência.

Sobre a EEA Grants

Através do Acordo sobre o Espaço Económico Europeu (EEE), a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega são parceiros no mercado interno com os Estados-Membros da União Europeia.

Como forma de promover um contínuo e equilibrado reforço das relações económicas e comerciais, as partes do Acordo do EEE estabeleceram um Mecanismo Financeiro plurianual, conhecido como EEA Grants.

Os EEA Grants têm como objetivos reduzir as disparidades sociais e económicas na Europa e reforçar as relações bilaterais entre estes três países e os países beneficiários.

Para o período 2014-2021, foi acordada uma contribuição total de 2,8 mil milhões de euros para 15 países beneficiários. Portugal beneficiará de uma verba de 102,7 milhões de euros.