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A ANA | VINCI Airports recebeu o nível 4 da Acreditação de Carbono Aeroportuário (ACA) para nove infraestruturas, incluindo o Aeroporto de Faro.

Os aeroportos ANA|VINCI acabam de ser reconhecidos pela sua contribuição para a descarbonização do sector da aviação pela Airport Carbon Accreditation (ACA).

A ANA|VINCI Airports recebeu o nível 4 da ACA (Acreditação de Carbono Aeroportuário) para nove dos seus aeroportos portugueses: Faro, Flores, Horta, Lisboa, Madeira, Ponta Delgada, Porto Santo, Porto e Santa Maria.

O nível 4 (transformação) atesta que os aeroportos definiram uma estratégia de gestão de carbono a longo prazo, orientada para a redução absoluta das suas emissões (âmbitos 1 e 2), alinhada com os objetivos do Acordo de Paris, e que desenvolvem em conjunto com os seus parceiros (incluindo as companhias aéreas) uma estratégia de redução das emissões através do estabelecimento de Planos de Parceria.

A VINCI Airports foi a primeira operadora aeroportuária a lançar uma estratégia ambiental internacional, em 2016, e a primeira a ter todos os seus 53 aeroportos, em 12 países, a aderir ao programa ACA. A VINCI Aeroportos tem agora 12 aeroportos acreditados no nível 4 (9 aeroportos em Portugal e 3 aeroportos em Kansai, Japão).

Em Portugal, a ANA Aeroportos de Portugal e a VINCI Airports estão a implementar o seu plano de ação ambiental em torno de quatro prioridades:

  • O desenvolvimento de energia fotovoltaica nos aeroportos: está atualmente a ser finalizada a construção da primeira central fotovoltaica, no Aeroporto de Faro, que teve início em 2021;
  • A implementação de soluções para companhias aéreas e passageiros: no aeroporto de Lisboa, a ANA|VINCI Airports lançou em 2021 uma ferramenta para a monitorização em tempo real das emissões de CO2 durante o taxiing das aeronaves (uma iniciativa premiada nos Prémios Ambientais VINCI);
  • O compromisso de toda a indústria aeronáutica com a criação, em 2021, do Fórum do Carbono com os stakeholders, uma iniciativa que junta companhias aéreas, parceiros aeroportuários, câmaras municipais e empresas de transporte, para em conjunto diminuir a pegada carbónica no setor da aviação;
  • O sequestro de emissões residuais pela floresta: nos últimos meses, foi lançado o programa de sumidouros de carbono, tendo sido já desenvolvidas ações do Programa de Reflorestação VINCI Airports em ações locais dedicadas aos aeroportos de Faro, Porto Santo e, mais recentemente, Lisboa.

Através da sua rede global, a VINCI Airports já reduziu as suas emissões brutas de CO2 em quase 30 por cento entre 2018 e 2021 e tem como objetivo atingir zero emissões líquidas de carbono (NetZero) até 2030 para os seus aeroportos na União Europeia (e já em 2026 em Lyon).

A ANA Aeroportos de Portugal, grupo responsável pela gestão dos 10 aeroportos em Portugal, passou a fazer parte da rede VINCI Airports em setembro de 2013. Gere aeroportos no continente (Lisboa, Porto, Faro e Beja) e nas ilhas dos Açores (Ponta Delgada, Horta, Flores e Santa Maria) e Madeira (Madeira e Porto Santo).

O principal operador privado de aeroportos do mundo, VINCI Airports, opera mais de 50 aeroportos em 11 países da Europa, Ásia e Américas. Graças à sua experiência como integrador global, a VINCI Airports desenvolve, financia, constrói e gere aeroportos, fornecendo a sua capacidade de investimento e o seu know-how na optimização do desempenho operacional, modernização de infraestruturas e gestão das suas operações e transição ambiental.

A VINCI Airports é o primeiro operador aeroportuário a comprometer-se com uma estratégia ambiental internacional em 2016, para atingir zero emissões líquidas de carbono (NetZero) em toda a sua rede até 2050.