Crianças e jovens de Lagos voltam a ter programa para «Viver o Verão»

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Inscrições para a faixar etária jovem já abriram. Para as crianças, abrem no dia 26 de maio.

A Câmara Municipal de Lagos abriu as inscrições para a edição de 2021 do projeto «Viver o Verão», podendo ser feitas ao longo do mês de maio no site www.viveroverao.com. Por agora, as inscrições estão abertas para a faixa etária jovem e decorrem até ao dia 21 de maio. Para as crianças (dos seis aos 12 anos), as inscrições terão início no dia 26 de maio.

Este é um projeto de ocupação de tempos livres, que tem como principal objetivo desenvolver competências sociais e pessoais, incentivar a prática desportiva e de hábitos saudáveis, e que se desenvolve há quase 20 anos, sendo bem conhecido das famílias e jovens lacobrigenses.

Trata-se, segundo a autarquia, «de uma importante resposta social do município às muitas famílias que se encontram a trabalhar nesta época do ano, ocupando de forma lúdica e pedagógica os seus filhos nos meses de julho e agosto».

A edição de 2021 irá realizar-se em dois espaços na cidade de Lagos, sendo também alargada às freguesias da Luz, Bensafrim, Barão e nas localidades de Odiáxere/Chinicato.

Nesta edição, os grupos serão constituídos por um número máximo de oito a 10 crianças, com idades compreendidas entre os seis e os 12 anos, que poderão participar no projeto pelo período de 15 dias, o que totaliza 632 crianças abrangidas ao longo dos dois meses. Na faixa etária jovem (entre os 16 e os 25 anos), esta resposta irá beneficiar 92 jovens.

O projeto terá início a 12 de julho, terminando a 31 de agosto. As atividades decorrem de segunda a sexta-feira, em dois turnos (manhã ou tarde).

Tal como aconteceu na edição de 2020, e dadas as medidas necessárias ao controle da pandemia COVID-19, neste ano é também necessário assegurar a aplicação do plano de contingência e do manual de procedimentos, que visam a devida proteção dos participantes, corpo técnico e restantes funcionários.

O «Viver o Verão» implica um encargo financeiro anual de cerca de 150 mil euros, verba que o município considera «bem aplicada» dado «o impacto social positivo» do programa.

Para os jovens participantes, que desempenham as funções de monitor, este é, muitas vezes, o primeiro contacto que têm com o mercado de trabalho, incutindo-lhes sentido de responsabilidade e compromisso, competências importantes para o seu desenvolvimento e para a sua formação pessoal e social.