COVID-19: Loulé promove testagem a partir de 1 de julho

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A Câmara Municipal de Loulé vai apoiar a testagem nas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) via subsídio e promover junto da comunidade a realização de testes gratuitos à COVID-19.

No sentido de detetar precocemente novas infeções e reverter o aumento do número de casos de COVID-19 no concelho de Loulé, a partir de dia 1 de julho, a testagem irá incluir todos os utentes das estruturas residenciais para idosos e lares residenciais, serviço de apoio domiciliário, centros de dia e centro de acolhimento temporário, fórum sócio ocupacional e centro de atividades ocupacionais na área da deficiência intelectual, totalizando 19 instituições.

Também os funcionários e colaboradores destes equipamentos serão testados, nos mesmos moldes do que já tinha acontecido anteriormente, ou seja, por amostra: serão divididos em quatro grupos, procedendo-se à testagem de um grupo por semana, o que garantirá a testagem da totalidade dos funcionários de todas as instituições no final de cada mês, assim como o controlo semanal da situação de todos os lares.

Por outro lado, a autarquia irá abrir os testes à comunidade de forma a poder alcançar um maior número de pessoas rastreadas.

Assim, o município de Loulé coloca à disposição dos cidadãos residentes a possibilidade de realizar, de forma gratuita, um teste antigénio.

Para tal, basta efetuar a uma inscrição na plataforma e aguardar o agendamento.

Cada munícipe poderá efetuar apenas um teste por mês.

Se o resultado for positivo para a COVID-19, a pessoa deverá contactar a Linha SNS24 ou a entidade que fornece o serviço de testagem para que seja efetuado o devido teste PCR.

Numa altura em que Loulé está já na linha vermelha correspondente aos municípios de risco elevado de infeção (com mais de 120 casos por 100 mil habitantes), Vítor Aleixo, presidente da Câmara Municipal de Loulé, sublinha a importância da vacinação e da testagem para enfrentar esta situação epidemiológica que põe em causa tanto a segurança sanitária da população, como também a retoma da atividade económica.

«Estamos preocupados com o atual momento que exige medidas urgentes e efetivas para pudermos voltar à normalidade no nosso dia a dia. Só identificando os casos, se conseguem quebrar as cadeias de transmissão, o que se torna mais relevante numa altura em que circulam estirpes mais transmissíveis do vírus», frisa Vítor Aleixo.