• Print Icon

Durante a manhã de hoje estão a decorrer operações para a reflutuação da embarcação e reboque para terra.

O Comando de Zona Marítima do Sul e a Capitania do Porto de Faro receberam ontem, quinta-feira, 17 de outubro, cerca das 4h40, a informação de um acidente marítimo envolvendo uma embarcação de pesca da arte de cerco, que se encontrava em faina de pesca e que adornou, ficando parcialmente afundada a cerca de 1,8 quilómetros a sul da Ilha Deserta, em Faro.

​Foi de imediato empenhada uma embarcação da Estação Salva-vidas de Olhão, uma embarcação do Comando-local da Polícia Marítima de Faro e o NRP Dragão da Marinha Portuguesa.

Ouvido pelo «barlavento», o novo Capitão do Porto de Faro Fernando Rocha Pacheco explicou que quando adornou, «os 11 pescadores a bordo nunca estiveram em perigo porque aquele tipo de traineira de pesca da arte de cerco tem sempre uma embarcação auxiliar. Quando as autoridades chegaram era aí estavam», até serem recolhidos por uma embarcação de pesca que se encontrava nas proximidades.

Foram posteriormente transferidos para a embarcação da Estação Salva-vidas de Olhão, que os desembarcou em terra.

A guarnição do NRP Dragão procedeu à reunião do material à deriva, com o apoio da semirrígida de bordo, tendo permanecido no local para garantir a segurança da navegação.

No local estiveram peritos do Departamento Marítimo do Sul, para aferir as necessidade de eventual contenção de poluição, tendo-se observado uma pequena mancha de combustível e que dispersou rapidamente.

Entretanto, «o armador contactou uma equipa de mergulhadores profissionais que está a ser supervisionada pela Polícia Marítima de Faro» para recuperar o barco sinistrado, disse Fernando Rocha Pacheco.