Apoio de Albufeira às empresas na pandemia já ronda €2 milhões

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No âmbito do Fundo de Apoio Empresarial e Associativo de Albufeira.

A Câmara Municipal de Albufeira aprovou, na última reunião do executivo, um reforço à terceira fase do Fundo de Apoio Empresarial e Associativo, passando assim a beneficiar mais 350 empresários.

Como tal, o Município de Albufeira fará um reforço de 166.031 euros ao valor de 542.000 euros aprovado inicialmente para o Fundo de Apoio Empresarial e Associativo na reunião de Câmara de 16 de fevereiro deste ano.

Este reforço permitirá contemplar 83 candidaturas que entretanto foram devidamente instruídas e que cumprem com os critérios de elegibilidade e que se encontravam sem dotação disponível.

Nesta fase foram recebidas 761 candidaturas, algumas das quais foram devolvidas para que fossem devidamente preenchidas e novamente entregues, apurando-se um resultado de 512 candidaturas de diferentes empresários.

Destas, 350 foram propostas para admissão por terem sido devidamente instruídas e por cumprirem com os critérios de elegibilidade definidos.

O município de Albufeira criou no ano passado o Fundo de Apoio Empresarial e Associativo com o propósito de apoiar a tesouraria das empresas do concelho, na resposta à crise provocada pela pandemia COVID-19.

A primeira e segunda fases do Fundo de Apoio Empresarial e Associativo, que decorreram durante o ano de 2020, esgotaram toda a verba definida pela Câmara Municipal de Albufeira, tenho chegado a 591 empresários (empresas, empresários em nome individuais, profissionais liberais e cooperativas), num apoio de quase 1,2 milhões de euros.

Já neste ano, abriu uma terceira fase de candidaturas ao Fundo de Apoio Empresarial, que decorreu entre os dias 22 de fevereiro e 05 de março de 2021.

Na totalidade, o apoio ao tecido empresarial de Albufeira já totaliza 1 milhão e 908 mil euros.

Não obstante a continuidade de apoios aos empresários locais, José Carlos Rolo diz que o município «vai continuar a tentar encontrar soluções para apoiar, dentro da lei, todos os nossos empresários».

O presidente da Câmara volta a lembrar que «é necessário salvar empresas, postos de trabalho e famílias», dada a situação que é «muito grave».